quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Me diz oque te faz FELIZ ? ♫



Mundo ao redor de mim

Fresno

Rasga o som que te faz bem
Esconde tudo pra não magoar
O que passou passou

Derruba o mundo que sonhei
Esconde tudo pra não magoar
O que passou passou
Adeus é mais um só

E cada vez que vi
Não nem vi, fingi
E tudo aquilo que ti faz sorrir

Me entrego a uma só

Naquele dia eu vi você sorrir
Não parecia fingir

[Refrão]
E é mesmo assim o mundo ao redor de mim (é mesmo assim)
As coisas tão confusas e ninguém pra ti ajudar

E é mesmo assim o mundo ao redor de mim (redor de mim)
As coisas tão confusas e ninguém pra ti ajudar

Rasga o som que te faz bem
Esconde tudo pra não magoar
O que passou passou

Derruba o mundo que sonhei
Esconde tudo pra não magoar
O que passou passou
Adeus é mais um só

E cada vez que vi
Não nem vi, fingi
E tudo aquilo que ti faz sorrir

Me entrego a uma só

Naquele dia eu vi você sorrir
Não parecia fingir(?)

(Refrão)

Pare e veja
Momentos que remetem a minha tristeza
Saia, descubra, em meio a volta ache solução

Sinto, escuto, a liberdade fala volte a voar
Sempre no escuro
Levanto o meu corpo e começo a pensar♫

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Mudanças


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

minhas mãos querem..



tocar as suas. Do meu lado eu guardo teu lugar. Os meus olhos te vêm, sem ao menos você estar por perto. Minha boca quer gritar apenas seu nome. Minha felicidade está guardada apenas pra ti. E quando eu estiver presa em um mundo só meu a tua espera, eis que surgirá você, pra encher de brilho meus olhos. No mundo pode existir mais de 6 bilhões de pessoas, mas a certeza é que eu quero estar perto de apenas uma . A qual meu sorriso pertencerá a apenas ela. Minha boca apenas irá querer falar com ela. E meu mundo vai passar a ser resumido, apenas nela.
me encontra ou deixa eu te encontrar ♫♪

Meia Noite ..


e eu em frente ao computador, sem fazer nada, sem falar com ninguém, daí eu me dou conta de que eu realmente espero por algo que não tenho, por algo que preciso ter, mas como eu quero uma coisa e não vou a luta? Eu simplesmente perdi minhas forças, lutei demais por algo que não voltava mais, e hoje estou aqui sonhando com algo que nem de longe parece estar ao meu alcance.. Busco me prender em um olhar, encontrar diferenças e igualdades em alguém que realmente me cative, e vice-versa, preciso de algo novo, algo interessante, algo tão complexo quanto eu. Preciso de novidade, de expor meu sentimentos e ser entendida como eu quero ser entendida. Preciso falar, preciso que me escutem, preciso da felicidade verdadeira, quero ser alguém que faça a diferença no mundo, que faça diferença em você.Porém, nem mil palavras vão fazer com que alguém qualquer consiga me entender, neem mil palavras terão o sentido verdadeiro das coisas, e quando eu tiver desaparecido ,um alguém, aquele alguém vai notaar ,notar que eu tive alí até quando não me enxergou e que todo o verde que tinha dentro de miim desbotou...

Tentei ser como eles,todos tão iguais, mas todo mundo ama alguém a mais - ou nunca amou.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

lindo lindo ,chorei qndo li


era dia 7 de outubro,Ana se lembrava bem. Como em todos os outros dias, ela se levantou, entrou embaixo do chuveiro, lavou seus cabelos, colocou uma roupa, comeu algo e foi pra escola. Quando a garota chegou em casa, abriu seu MSN. Um convite novo. ‘Aceite’, pensou ela. Foi por sua intuição, sempre ia. Era um garoto, chamado Bruno. Os dois começaram a conversar. Com o tempo descobriram que gostavam das mesmas bandas, das mesmas comidas, do mesmo tudo.
Tinha quase tudo em comum, exceto uma coisa: a cidade. O garoto morava em Londres. A garota, em Bolton, uma pequena cidade ao sul da Inglaterra.
Eles começaram a conversar mais e mais. Cada dia mais, cada vez mais. A mãe de Ana achou que estava viciada em internet, o que realmente estava. Ela estava certa, Ana não podia contrariá-la. A garota era apenas muito preocupada com seu futuro, não deixava de fazer lições de casa para entrar no computador. Mas assim que acabava, ligava logo o aparelho.
Era também o caso de Bruno.O garoto sempre que chegava da escola deixava o computador ligado, com o Messenger aberto. Desligava a tela do computador, e fazia a lição. Sempre tinha pouca, então ficava esperando Ana, até 6 da tarde, que era quando a garota entrava, mais ou menos.
Os dois começaram a conversar aos 17 anos, e foi assim. No começo dos 18 anos, aconteceu a coisa mais esperada pras amigas de Ana (sim, porque as amigas sabiam de tudo, e esperavam há cerca de 9 meses algo acontecer): Bruno a pediu em namoro.
E foi assim, se conheceram por um computador, namoravam por um computador. O que os dois tinham era maravilhoso. Uma coisa que as amigas de Ana jamais haviam experimentado, ou ouvido falar. Nem mesmo na ‘vida real’. Eles confiavam um no outro mais que qualquer casal que todas as amigas de Ana já tinham visto, ou ouvido falar. Isso requer, realmente, muita confiança. E eles se amavam. Quando as amigas de Ana passavam o dia na casa da garota, elas viam a conversa. Elas conseguiam sentir o amor.
Eles estavam completa e irrevogavelmente apaixonados. Não havia nada que mudaria aquilo. O tempo passou, os dois ficavam mais apaixonados a cada dia (o que ia totalmente contra as idéias de Marcela, amiga de Ana. A garota pensava que a cada dia que se passasse, a tendência era o amor se esvair. Eles provaram que estava errada). Todo dia de manhã, na hora da aula dos dois, Bruno ligava para a garota. A acordava, para começarem o dia com a voz um do outro. Um dia o garoto apareceu com a boa notícia: ele conseguiria ir para Bolton. Passaria um dia lá, pois viajaria.
Eles se encontraram à noite, em frente à ex-escola de Ana. Ela conversou com o garoto. Ana não quis beijá-lo.
- Vou ficar dependente de você. Sei que você é uma droga pra mim, é viciante. Então se eu te beijar hoje, não vou conseguir ficar mais um minuto longe de você. A gente vai se reencontrar. E ai, vamos ficar juntos pra sempre. Ela disse e o abraçou. Com mais força do que já abraçou outra pessoa. E o garoto se contentou em encostá-la. Ele sabia que o que Ana estava falando era verdade. Eles IRIAM se encontrar. E IRIAM passar o resto da vida juntos. Ele tinha certeza que ela era o amor da vida dele. Bom, agora a ‘maldita inclusão digital’ se transformou na melhor maldita inclusão digital.
O tempo passou rápido quando eles estavam juntos. Se divertiram muito, e Bruno gostou da simpática cidade da sua namorada. Ele foi embora no dia seguinte, cedo demais para conseguirem se despedir.
O tempo passou, e o amor dos dois só ia aumentando. Passaram-se 6 meses desde que Ana tinha conhecido seu namorado pessoalmente, e Marcela ainda não entendia por que eles não tinham se beijado.
- Any, você já parou pra pensar que pode ter sido uma chance única?! Você foi idiota, você sabe disso, né? – A garota dizia, sempre culpando Ana.
Mas ela sabia o que era melhor pra ela. Já tinha cansado de explicar para Marcela. Não explicaria mais uma vez. Haviam 9 meses que os dois namoravam, e um ano que se conheciam.
Eles se amavam muito, mais que qualquer pessoa que as amigas e amigos do casal já tinha visto. Um dia, Bruno apareceu com a notícia: ele conseguiu uma bolsa em uma faculdade em Bolton, e se mudaria para a cidade tão desejada.
Ana se chocou com isso. Por semanas se perguntou se sacrificaria o tanto que o garoto iria sacrificar por ele. Mas ela não era a maior fã de pensamento. Isso a fez mal.
- Any, deixa de ser besta. Você o ama, até eu posso perceber isso! E você sabe, eu não sou a pessoa mais esperta do mundo. – Marcela disse, encorajando a amiga.
- Eu sei, Marcela, mas... Ele tá desistindo da vida toda dele em LONDRES pra vir pra BOLTON! Por mim! – Ana disse – E pela bolsa que ele ganhou na faculdade, mas é mais por mim, ele me disse.
- Ana, presta atenção. – Ana olhou pra amiga. – Você não sabe quantas meninas invejam você. Não sabem mesmo. Eu, por exemplo, te invejo demais. Daria qualquer coisa pra ter um namorado como o seu. ocês confiam tanto um no outro, e se amam tanto. Eu tenho até nojo de ficar no quarto com você quando você ta conversando com ele. É um amor que se espalha no ar, que nossa senhora! Eu consigo sentir os coraçõezinhos explodindo pelo quarto. Ai fica tudo rosa, e você fica com uma cara de sonho realizado pro computador! Any, pára de subestimar o que você tem. Deixa de ser idiota.
- Você é um amor, sabia? Marcela, não sei. Não dá. Eu não desistiria de tanto por ele, e eu acho injusto ele desistir de tanto por mim.
Marcela bufou. Porque a amiga tinha que ser tão burra?
Meses se passaram, o tempo passava rápido. Ana não terminaria o namoro por messenger, frio demais. Ela esperaria o namorado chegar.
A garota tentava adiar o máximo possível, por mais que quisesse ver o garoto de novo. Ele tinha um cabelo lindo, e olhos mais ainda. Ana conseguiria ser invejada por todas as garotas da cidade se fosse vista com ele. Mas ela não queria inveja. Queria seguir o seu coração.
Quanto mais Ana queria adiar a situação, mais as horas corriam, e com elas os dias, as semanas, as quinzenas, os meses. O ano.
Chegou o dia; Ana esperou o seu futuro-ex-namorado onde se encontraram meses atrás.
Ela negou o beijo mais uma vez. O namorado ficou sem entender, mas aceitou.
- Olha, eu tenho que conversar com você.
- Diga. – Bruno sorriu.
- Quando você me disse ‘Vou me mudar pra Bolton’, eu fiquei feliz. Mais feliz que já fiquei há muito tempo. Mas depois eu comecei a pensar se faria o que você ta fazendo por mim. Você desistiu de toda sua vida em Londres, Bruno.
- Eu sei. Pelo melhor motivo na face da Terra.
- Não, não é. Eu sinto que eu não to sendo justa com você. E sem ser justa com você, eu não sou justa comigo. Eu não sei se eu faria o que você fez. Eu acho que não. Eu sou egoísta demais, eu não sei. Não quero mais ser injusta com ninguém, não quero dormir pensando isso. Há meses eu penso nisso, e fico com peso na consciência. E, de verdade, eu não sei se seu amor é o suficiente pra mim. – A garota disse e virou as costas. Foi andando para a sua casa. E ao contrario de momentos tristes clichês (n/a: eu odeio clichês), não estava chovendo. O céu estava azul, o sol brilhava, como raramente acontecia em Bolton. Mas o que estava dentro de Bruno (e de Ana) não era assim tão brilhante.
Para Ana chegar em casa, tinha de passar pela frente da casa de Marcela – era esse o motivo de um sempre estar na casa da outra; elas moravam lado a lado. A garota passou correndo, chorando, enquanto Marcela estava na janela. Marcela saiu correndo de casa – ignorando completamente o estado critico em que se encontrava: blusa dos ursinhos carinhosos, cabelo preso em um rabo-de-cavalo mal ajeitado, short curto de florzinhas e pantufas do tigrão – indo logo para a casa da amiga. Ela bateu a campainha, e a mãe da amiga atendeu. Disse que podia subir as escadas, Ana estava em seu quarto.
Marcela subiu correndo, tropeçou, quase caiu 3 vezes – ‘Malditas escadas enormes’, pensava – mas chegou ao quarto em segurança (lê-se sem sangue escorrendo pela cara).
- Any! O que foi, amor? – A garota encontrou a amiga deitada, chorando em sua cama.
- O Bruno! – Ana não conseguia falar direito. Por essa mini-frase Marcela tinha entendido. Não tinha mais Ana e Bruno pra sempre e sempre e sempre e sempre. Agora era Ana.
A garota aprendeu a viver com a dor. Passaram-se 5 anos, Bruno estava formado em direito, era um advogado de sucesso, ainda morando em Bolton – nunca largaria a cidade que abrigava seu, ainda, maior amor. Ana era uma fotógrafa de sucesso, ganhava a vida fotografando famosos de todo mundo – mas não saíra de Bolton também, amava a cidade com todas e cada fibra de seu ser.
Bruno era melhor amigo de Ana, Ana era melhor amiga de Bruno. Ana tinha um noivo, um executivo de sucesso, que vivia de Londres pra Bolton, de Bolton pra Londres. Já Bruno sabia: por mais que tentasse achar alguém igual à Ana, não conseguiria. Só ela seria o amor da sua vida, que ele amava excepcionalmente. Nunca iria mudar. Ana iria passar algum tempo fora da cidade, iria para a capital, fotografar uma banda inglesa. Iria dirigindo à Londres – depois de tanto custo para tirar a carteira de motorista, agora queria mostrar ao mundo que tinha um carro e sabia guia-lo.
Um carro. Dia chuvoso. Pista dupla. Um caminhão. Visão confundida. Bebida em excesso. No que isso poderia resultar? Não em uma coisa muito boa, com certeza. O caminhão bateu de frente com o carro de Ana. Ela não estava muito longe de Bolton, portanto ela foi levada para um hospital na cidade. O seu noivo, por sorte, estava em Bolton. Foi avisado, depois os pais, Marcela. E por ultimo, Bruno.
Ele se apressou em chegar ao hospital que Ana estava internada. Ele chegou antes mesmo de Felipe, noivo da garota. Bruno andou por corredores com luzes fluorescentes fracas, brancas, o que aumentava a aflição dele.Como estaria Ana? A SUA Ana? Ele nunca imaginou nada de mal acontecendo à SUA Ana. Ela sempre seria dele, amiga ou namorada. Seria dele.
Achou o quarto em questão, 842. Abriu a porta com cautela, e viu a imagem mais horrível que jamais poderia ter imaginado: Ana, sua Ana, deitada em uma cama de hospital, com ferimentos por todo o rosto e braços – as únicas partes de seu corpo que estavam aparentes. Ele chorou. Não queria ver a pessoa que ele mais amava em todo o universo daquele estado. ‘Frase clichê’, pensou, ‘mas porque não eu?’. As lágrimas caiam com força. Ele saiu do quarto com a visão embaçada pelas lágrimas; não sabia o que podia fazer.Ele foi para o lugar do hospital em que se era permitido fumar, e fez uma coisa que não fazia desde que tinha conhecido Ana: acendeu um cigarro. Começou a fumar, e ficou sozinho lá, encarando a parede. Imaginando se teria sido diferente se ele tivesse continuado em Londres. Ele lembrava, foi quem apoiou o curso de fotografia. - Ah, cara... – Ana chegou se lamentando.
- Que foi, Any? – Bruno sorriu.
- Eu tenho que escolher o que eu vou fazer da vida, mas... É difícil demais!
- Eu sei bem como é... Porque não tenta fotografia? – Bruno apontou para a máquina digital, que agora estava nas mãos da garota. – Eu sei que você adora tirar fotos.
- Bruno, sabia que você é um GÊNIO? – Ana sorriu e abraçou o melhor amigo. SEU melhor amigo.
Se ele não tivesse sugerido o curso, Ana não estaria no hospital à essa hora. Os pensamentos profundos do garoto foram cortados quando a porta se abriu, fazendo o garoto estremecer.
- Ah, que susto, doutor. – Bruno se virou.
- Desculpe. Você é Bruno, certo?
- Certo.
- Bom, você tem bastante contato com Ana, certo? – Bruno balançou a cabeça positivamente. – Nesse caso, eu sinto muito. Para sobreviver, a Ana precisaria de um coração novo.
A lista de espera por um coração é grande, e não sei se ela conseguirá sobreviver até chegar sua vez de receber um novo coração.
Como poderia viver em um mundo sem Ana?! Saiu do lugar. Não podia esperar as coisas acontecerem, e ele ser egoísta e ficar em seu mundo, fumando até Ana ir pra outro lugar. Ele pegou um papel, uma caneta e escreveu um endereço, e um horário, uma hora depois daquilo. Entregou para o noivo de Ana, que agora estava na sala de espera.
- Já foi vê-la? – Perguntou Bruno. O noivo negou com a cabeça.
Ele saiu andando, saiu do hospital. Foi para seu escritório, pegou 3 papéis grandes e digitou 3 cartas. Uma para os pais. Uma para Ana. E uma sobre os desejos que tinha.Ele tomou um remédio depois disso. E dormiu, lenta e serenamente, dormiu. Não acordaria mais. Quando o noivo de Ana chegou, encontrou Bruno deitado no chão, sem pulso. Estava morto. Em cima da mesa, 3 cartas. Um recado para ele: "Eu não gosto de você. Nunca vou gostar. Mas mesmo assim, você tem que fazer algo que não poderei fazer. Leve meu corpo para o hospital, com essa carta em cima dele. A carta que está em cima das outras. Após isso, entregue a segunda carta para Ana quando ela acordar. E quando a noticia da minha morte chegar, entregue a terceira para os meus pais."
Assim acabava a carta. Felipe não acreditava no que lia. Não acreditou, e nem precisava. Correu para o hospital em seu carro. Ele entregou a carta e o corpo do homem, que agora estava ainda mais branco. Aconteceu na hora; o coração dele foi tirado e levado para Ana. Quando ela acordou, não muito depois, viu os pais dela, seu noivo e os pais do namorado de 6 anos atrás. Eles sorriam e choravam; ela não entendeu. Foi quando viu a carta com a letra dele, escrito o nome dela. Ela pegou a carta e leu, então. "Meu amor, bom dia. É hora de acordar. Eu não pude te ligar hoje, você estava ocupada. Por isso deixei essa carta. Sabe, eu não vou estar ai por um bom tempo, as pessoas sabem quando a sua hora chega. E eu aceitei a minha com a mesma felicidade que eu tinha quando te vi na frente da sua escola. A minha hora chegou quando seu fim estava próximo.Eu te prometi que te protegeria de tudo e qualquer coisa que acontecesse, e mesmo sem chamar, eu estive lá. Desta vez não me chamou, quis resolver sozinha, eu não podia deixar. Eu resolvi dar um fim então. Eu estava ficando cansado, o trabalho pesava demais. Mas porque agora? Eu não sei. Mas não teria sentido eu viver em um mundo que você não existe. Então eu decidi ir antes e ajeitar as coisas. Pra daqui a alguns anos nós conversarmos aqui na minha nova casa. Agora eu tenho que ir, meu amor. Esse coração no teu peito, esse coração que bate no teu peito. É o mesmo coração que está inundado do amor que você disse não ser o suficiente. É o mesmo coração que lhe dava amor todo dia. Por favor, cuide bem dele. Agora eu preciso ir, preciso descansar um pouco. Eu vou estar sempre contigo. Eu te amo !
PS: Não sei se vou conseguir te acordar amanhã. Você me perdoa por isso?"
Então ela chorou. Chorou e abraçou os pais, os pais dele. Chorou como nunca, e tremia por tantas emoções passarem por seu corpo. Ana encarou o noivo. Terminou o noivado naquele dia. Não adiantava esconder algo que estava na cara: ela amava Bruno, e seria sempre o SEU Bruno. ELE era o homem de sua vida, não Felipe. O homem que sempre esteve lá, amando-a ao máximo. Em qualquer momento.
Ela chorou muito, e seguiu a vida. Todos os dias ela lembrava de Bruno. Viver em um mundo sem ele não fazia sentido. Mas não desperdiçaria todo o amor e que estava dentro dela. Ela podia sentir seu coração batendo. Ela lembrava a cada momento, que mesmo separados eles estavam juntos. Mas apenas uma coisa fazia seu coração se apertar, se contorcer de dor. Que fazia uma lágrima se escorrer sempre que pensava nisso.
Ela sentia falta daqueles beijos. Dos beijos que foram negados. Mas ela foi feliz. Morreu com seus oitenta e tantos anos. Mas era sempre feliz. Afinal,
O coração do homem de sua vida batia dentro dela.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

decepçao ;x



Hj o dia começou pesado com o trabalho da PF, tudo isso é mt revoltante, em tempos eleitorais como pode acontecer uma coisa dessas? Ficamos praticamente sem opções de voto depois de tudo isso.
Por causa de "alguns" o nome do estado rodo fica e ficou sujo em rede nacional, é assim que queremos que o Amapá seja reconhecido? É assim que batemos no peito e dizemos alto e em bom som "Tá vendo só, o Amapá existe Rogério Borges" -.-. Eu sinceramente prefiro que o nosso estado fique desconhecido p smp, é bem melhor do que essa vergonha! O pior que a maiorias desses corruptos n são filhos daqui, vieram de fora roubar, enriquecer e sujar a imagem e o caráter moral de uma população! Mas sinto em informar que o pior n é isso n, o pior é que n adianta discutir, n adianta fzr passeatas, nem falar nada no twitter, nem msmo fzr um poste aqui, pq eles continuam bem votados, continuam ricos, daqui com uns meses ou até msmo semanas isso tudo é esquecido, eles estaram de volta, no poder, cada vz mais ricos e nós?
Faça a diferença (y)
o MAIS VERGONHOSO DE TODS, que bonito em .. POLITICOS FLANDO DIRETO NO JORNAL HJ E NO JORNAL NACIONAL qe bonito em .. PQP q raiva ..
agora é so esperar começar o jornal nacional onde os nosso LINDOS candidados vao aparecer e ser falado mas uma vz, PORRA A INTENÇAO DE VCS NAO É FAZER O MUNDO OU O BRASIL CONHECER O AMAPA CM UMA CIDADE BONITA CM TODAS SUAS VIRTUDES E COISAS LINDAS ? CM vcs fazem uma PUTARIA DESSAS ? EGUA QE DECEPÇAO . eu tô mt chateada, espero q paasse lgo iSSO .. nao qero ir p outra cidade onde vao me pergunta sobre os politicos, ah meu c* !
ESTOU INDIGNADA COM A PALHAçADA QUE ESTAO FAZENDO ..NUNCA ACREDITEI EM POLITICOS, MAS DESTA VEZ ESTAO PASSANDO DOS LIMITES!!
quando vi aquilo, na tv me deu ate vontan de de chirar, nao foi aassim, qe nois macapaenses qeriamos q macapa aparece ;x
enfim, desculpa o vocabulario. mas é a pura verdade, e o qe a gente ta sentindo no momento..

Quero qe vcs saibam qe minha cidade é cheia de coisas boas tb viu ?

domingo, 5 de setembro de 2010

nem todas as palavras,

musicas, poesias, historias, lendas, melodias, sinfonias; nem todos os livros, filmes, verbos; nem os mais altos montes e os maiores castelos; os planetas mais distantes e os corpos mais belos; nem os mais profundos mares, golfos, peninsulas e oceanos; nem qualquer amor que se construa em minutos, horas, semanas, meses e anos; nada, nunca podera explicar a grandeza da importancia que voce tem para mim. impossivel, inconfundivel, irremediavel, indiscreto, indireto, intimo, indagavel, intenso, inesquecivel amor. te amo, do tamanho do inexplicavel.
Posso ter defeitos viver ansiosa e ficar irritada algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo

sábado, 4 de setembro de 2010




Sinto te dizer,
Mas você perdeu.
De tanto trabalhar,
Você esqueceu.
Você diz que não quer saber
Mas isso não cabe a você
Se não precisa de nada,
O que você faz aqui.
É a forma de você, se defender
Só pensa em atacar
Nem sabe o por que.
Eu já senti a mesma dor,
E amaldiçoei o meu amor.
Quando eu fiquei sem nada,
Foi quando eu percebi.
Que eu preciso, você também
Todo mundo precisa de alguém (2X)
E eu sei muito bem, da raiva que dá
A gente soca as paredes, sem se importar
É o que que nos faz quebrar a cara de novo e de novo
Sem jamais desistir
E eu sei muito bem da tristeza que dá
A gente compra, troca, finge, mas jamais quer ficar
E olha pra quem nos quer, como quem já não quer mais
E tudo que a gente quer é ser deixado em paz
E a noite vem, pra tirar de nós
Lágrimas dos olhos e o brilho da voz
De tanto gritar, até a garganta sangrar
A gente fecha os ouvidos pra voz que não quer calar
(E ela diz:)
Eu preciso, você também
Todo mundo precisa de alguém (2X)
E a noite vem, pra escurecer o meu ar
E emudecer as palavras
Que eu queria tanto falar
Traz com o vento as canções
Mil versos sem refrões
Nenhuma delas feliz
Até que um dia eu fiz
(E ela diz:)
Eu preciso, você também
Todo mundo precisa de alguém...


cancao da noite - fresno

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Me diz


por que ainda penso em você? Mesmo tendo todas as razões pra te esquecer, eu insisto em te querer. Me diz, por quê você está assim? Será que eu já não sou mais suficiente pra levar tua tristeza embora? Logo quando eu mais precisei ouvir tua voz, quando eu pensei não ter alguém mais feliz que nós. Me veio a cabeça aqueles momentos: rascunhos de cartas de amor, você no meu pensamento. Me conta, se tudo aquilo foi em vão? Todas as juras de amor ao pôr-do-sol, ou será que já esqueceu? Me liga, por favor diz que não jogou o número do meu celular e apagou os recados que te mandei naquelas vagas tardes de um céu azul. Logo quando eu mais precisei ouvir tua voz, quando eu pensei não ter alguém mais feliz que nós. Me veio a cabeça aqueles momentos: rascunhos de cartas de amor, você no meu pensamento. (♪)